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História

A ESPM nasceu em 1951, por meio de um projeto de Rodolfo Lima Martensen, atendendo a um convite de Pietro Maria Bardi, então diretor do Museu de Arte de São Paulo (Masp) – e apoiado por Assis Chateaubriand, presidente dos Diários Associados, na época o maior grupo de mídia do Brasil. Com o nome de Escola de Propaganda do Masp, ocupou, inicialmente, uma sala do museu.

Sob a direção de Martensen e com o slogan “Ensina quem faz”, a escola reunia, naquele tempo, profissionais do mercado para ministrar seu curso livre; mas manteve até o presente a filosofia de sempre associar a prática com a teoria, que hoje caracteriza a maioria dos cursos superiores.

E já com o nome de Escola de Propaganda de São Paulo manteve-se instalada no MASP até 1955, quando se mudou para instalações próprias, no mesmo prédio, e ganhou a denominação “Superior”.  Em 1971, Otto Hugo Scherb assumiu a direção e propôs a mudança do nome para Escola Superior de Propaganda e Marketing, mantido até hoje. Com o apoio de Antonio Delfim Neto – na época ministro da Fazenda e também um expoente da USP –, o curso foi adaptado para o formato de quatro anos dos cursos de comunicação então criados e, logo depois, reconhecido pelo Ministério da Educação.

Em 1974, foi fundada a unidade do Rio de Janeiro, com o apoio da ABP e das Organizações Globo.  No ano 1978, a ESPM começou a oferecer cursos de pós-graduação.

Em 1981, Francisco Gracioso assumiu a presidência da Escola, da qual, anteriormente, havia sido professor e presidente do Conselho. Gracioso implantou os cursos de pós-graduação e criou o curso de graduação em Administração, com ênfase em Marketing.

A ESPM entrou em um excelente ciclo de crescimento e desenvolvimento, passando por uma reestruturação na gestão, assim como no conteúdo dos cursos.

A partir de 1985, a convite da ADVB de Porto Alegre e com o apoio da RBS, a unidade Sul deu início a suas atividades.

O novo século trouxe a criação de três novos cursos de graduação que foram anexados ao portfólio da Escola – Design (2004), Relações Internacionais (2006) e Jornalismo (2011).  As atividades de pós-graduação tiveram grande incremento, e o investimento em métodos didáticos adequados ao objetivo da transmissão da melhor base teórica tornou-se uma obstinação, sem, contudo esquecer o foco no mercado.

Todo esse esforço tem moldado o crescimento da Escola e pode ser traduzido no reconhecimento como centro de excelência no ensino de Comunicação, Marketing e Gestão. Na primeira década do século 21, houve a introdução dos programas de mestrado e doutorado, como também dos setores de pesquisa acadêmica e atividades culturais.

Gracioso deixou o cargo em 2007, sendo sucedido pelo professor Luiz Celso de Piratininga, que deu ênfase, na sua gestão, à internacionalização da Escola, por meio de parcerias com as mais destacadas universidades americanas, europeias e sul-americanas. Ocorreram ainda melhorias importantes na estrutura administrativa. O presidente, J. Roberto Whitaker Penteado, implantou novos métodos de gestão participativa e modernizou estruturas operacionais.

E a ESPM não para de evoluir. Em 2014 lançou o curso de graduação em Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão, que dispõe de um currículo de disciplinas pioneiro no Brasil. Já em 2015, adicionou ao seu portfólio os cursos de Ciências Sociais e do Consumo e Cinema e Audiovisual.