Linhas de Pesquisa

Design de Experiência e Estratégias de Inovação

Desenvolve projetos, metodologias de inovação e reflexões para o Design de experiência em produtos artísticos / culturais em suportes interativos constituintes da Economia da Experiência. Apresenta-se como uma extensão da Economia Criativa e, partindo-se dos objetivos, dos anseios dos usuários e das organizações, a imersão expressa a vivência na “unimídia”. Assim, discutem-se as diferentes formas de apresentação, o aproveitamento das informações gráficas integradas à cultura da convergência, de modo a projetar interfaces e construir interações que ultrapassem os objetivos puramente funcionais. Com isso, contempla-se a evidência estética da visualização da informação com o intuito de se chegar ao insight, do qual ocorre o processo de inovação que fomenta a experiência criativa. Ainda, tem-se o Design de Experiência como problema que exige o aprendizado de novos métodos e técnicas. Enfatiza a comunicação humana com os sistemas tecnológicos complexos por meio da imagem da participação ativa do beneficiário daquele espaço multissensorial e imersivo de vivência. Leva-se em conta a análise das interações dos usuários com produtos artísticos, culturais e sociais sobre uma base virtual ou ordinária – essencialmente, ao se considerar os aspectos humanos do equipamento cultural em toda a sua plenitude quando interage com os usuários.

  • Liderança: Profª. Isabella Perrotta

Gestão estratégica de setores criativos

Produz análises, avaliações, reflexões e projetos de setores criativos. Visa o melhor desenvolvimento de estratégias de comunicação e de marketing, levando em conta as novas manifestações culturais e sociais dos setores criativos. O cenário em que as pesquisas se desenvolvem é tal que a digitalização e o intangível põem em xeque a capacidade de diferenciação ou precificação em valor por meio de produto, política de preço e ponto. A ênfase na relação estabelecida entre consumidor e marca é o elemento mais forte e diferenciador para a concepção de estratégias gerenciais avançadas, nas quais as premissas culturais e sociais geram engajamento ou adoção. Sendo assim, assumem-se as transformações sociais como vetor de desenvolvimento econômico.

Valoriza-se o desenvolvimento de projetos nos quais os consumidores sejam considerados os atores-chaves desta constituição e implantação. Por ela, leva-se em conta o valor imaterial, modificando substancialmente as estratégias e a lógica vigente, as quais se deslocam da sedução e da gestão estratégica monológica e unidimensional para o relacionamento oriundo da experiência cultural/social. Com isso, passa-se para estratégia cross-media iterativa, em que a análise do mercado é fluída. Com isso, surge o papel do novo consumidor em oposição ao unidimensional pois, assim como ele compra e usa, também é capaz de criar, co-criar, produzir, co-produzir, fomentar e delimitar, influenciando a própria rede de entretenimento (concepção, produção e distribuição). Por isso, propõe-se o estudo transversal e integrado dos agentes públicos, privados e singulares (como indivíduos) na transformação constante dos aparelhos culturais.